Como nascem as doenças
- Engole o choro!
- Engole o sapo!
- Cala a boca!
Cala o peito...
Mas o corpo fala!
Falam as pontas dos dedos batendo na mesa.
Falam os pés inquietos na cama...
Fala a dor de cabeça.
Fala a gastrite, o refluxo, a ansiedade.
Fala o nó na garganta, atravessado.
fala a angústia, fala a ruga na testa.
Fala a insônia, o sono demasiado.
Você se cala, mas o falatório interno começa.
As pessoas adoecem porque cultivam e guardam as coisas não digeridas dentro de seus corações.
Expressar-se tranquiliza a dor!
Dor não é pra sentir sempre.
Dor é virgula! Então faz uma cartam um poema, um livro.
Canta uma música.
Faz piada, faz texto, faz quadro, faz encontro com os amigos (nem que seja virtual!).
Faz corrida no parque (ou caminhada).
Fala pro seu analista, fala pra Deus!
Conversa sozinho, papeia com seu cachorro, solta um grito pro céu, mas não se cale!
Pois se você engolir tudo que sente, no final você se afoga!
Medite, leia, estude, ore. mas não interiorize!
Coração não é gaveta!!
O corpo fala.
- Engole o choro!
- Engole o sapo!
- Cala a boca!
Cala o peito...
Mas o corpo fala!
Falam as pontas dos dedos batendo na mesa.
Falam os pés inquietos na cama...
Fala a dor de cabeça.
Fala a gastrite, o refluxo, a ansiedade.
Fala o nó na garganta, atravessado.
fala a angústia, fala a ruga na testa.
Fala a insônia, o sono demasiado.
Você se cala, mas o falatório interno começa.
As pessoas adoecem porque cultivam e guardam as coisas não digeridas dentro de seus corações.
Expressar-se tranquiliza a dor!
Dor não é pra sentir sempre.
Dor é virgula! Então faz uma cartam um poema, um livro.
Canta uma música.
Faz piada, faz texto, faz quadro, faz encontro com os amigos (nem que seja virtual!).
Faz corrida no parque (ou caminhada).
Fala pro seu analista, fala pra Deus!
Conversa sozinho, papeia com seu cachorro, solta um grito pro céu, mas não se cale!
Pois se você engolir tudo que sente, no final você se afoga!
Medite, leia, estude, ore. mas não interiorize!
Coração não é gaveta!!
O corpo fala.
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